sexta-feira, 19 de junho de 2009

***SEXO MORTAL. O ENGENHEIRO, O EMPRESÁRIO E A DONA DE CASA***


Amélia era uma boa mulher. Casada há 20 anos com João, dois filhos, vida feita poderíamos dizer.


Mulher exemplar sempre cuidara com presteza da casa, dos filhos e do marido. Tinha ainda um belo corpo apesar dos seus 45 anos de idade. Mesmo dentro de casa andava sempre bem arrumada, cabelo escovado, unhas feitas.


Fazia academia 3 vezes por semana. Pegava seu carro, ia pra academia, na volta pegava os filhos no colégio.


Seu marido, dono de uma empresa de laticínios, sempre chegava depois das 7 em casa. E naquela quarta-feira não foi diferente.


Ele estava entusiasmado, contando que um novo bloco industrial seria construído, pois o empréstimo que pedira fora concedido pelo banco.


Ela ficou eufórica, sabia o quanto o marido esperara por isso. João ia lhe dizendo que agora teria que fazer serão na fábrica, pelo menos umas duas vezes por semana. Ficaria discutindo com o engenheiro os detalhes, o projeto, enfim, tudo o que precisariam documentar pra levar para o banco.


Nessa noite, eles fizeram amor como nunca haviam feito. Há muito tempo ele queria sexo anal, mas ela sempre reclamava. Nessa noite, ela cedeu... Doeu bastante, até chorou, mas, se ele estava feliz, ela também ficaria.


Semana foi passando, os serões continuando. Amélia ligava sempre pro escritório pra ver se tudo corria bem e o engenheiro sempre lá.


Ela achou o Peter, engenheiro de 30 anos, lindo de morrer. Alto, másculo, sedutor. Eles já haviam almoçado juntos e ela sentira que o magnetismo dele a atraia. Com medo tentou afastar de si esse pensamento. Um grande pecado desejar outro homem. Mas inconscientemente[?] foi cuidando-se mais. Mudou o visual, estava mais bela do que nunca, fez uma transformação em si mesma.


O fato não passou despercebido por Peter. Ele mostrava-se sempre interessado nela, perguntava se o marido não tinha ciúmes, se ela costumava passar na fábrica em dia de serão, etc.


Ela sentia-se plena. Ele estava dando bola pra ela! Sentia que era errado, pecado mortal se traísse o marido, mas ia à igreja, persignava-se, prometia que não cometeria adultério, mas quando saía, suas promessas ficavam caídas no banco da igreja.


Peter passou a indagar se o marido saia muito, e ela, sempre respondia que sim, fornecia-lhe os lugares que ele gostava mais de ir, e dizia estar sozinha até as tantas horas no fim de semana, pois ele ia pro futebol, etc. Adorava esse interesse dele.


Num dia de serão, pegou os filhos no colégio, levou pra sua mãe e resolveu fazer uma surpresa na fábrica, só pra poder ver Peter.


Aproveitou pra passar no Shopping, comprar umas coisas, e quando viu, já eram nove horas. Mas, como ela sabia que ficavam na fábrica até as 10 e ela tinha as chaves, resolveu ir, mesmo a hora sendo adiantada.


O guarda abriu o portão e perguntou se queria que avisasse que ela estava entrando. Toda faceira disse que não, porque era surpresa mesmo. Estacionou o carro, longe do prédio onde ficava o escritório, pra que eles não a ouvissem chegando.


Com um sorriso enorme, entrou no prédio, imaginando como o seu Peter estaria vestido. Ela adorava seus ternos impecáveis e sempre tinha sonhos eróticos com ele, nos quais ela o despia selvagemente, arrancando os botões de sua camisa.


Sabia que eles ficavam na sala de reuniões, e pé ante pé seguiu pra lá. Ouviu alguns barulhos, devagarzinho abriu a porta, que deslizou silenciosamente. Quando olhou pra dentro quase teve um ataque. Sufocando o grito, viu seu marido e o engenheiro na maior das orgias.


Peter de quatro era enrrabado por João!


Ela, nem sabe como, conseguiu manter o sangue frio, e permaneceu em silêncio. O marido gemia, e o parceiro também...


Não queria crer no que estava vendo, mas a voz do marido trazia-a pra realidade nua e crua.


João dizia: ‘Mas que rabo gostoso esse, rebola maldito! Rebola! Vou gozar nesse cu apertado...!’ e o outro gemia e falava: ‘Me come, mete gostoso, seu tarado! Mais forte....Ahhhhhhhh!’


Ela achou que não suportaria a cena... Mas encostou-se num canto escuro da grande sala de reuniões pra poder observar. O marido saiu de dentro de Peter e sugeriu um 69 que foi acatado prontamente pelo outro...


Sentiu ódio ao ver o marido chupando o outro. Nela o desgraçado nem fazia sexo oral! Como pôde...


E ao ver os dois gozando um na boca do outro não pôde conter a ânsia de vômito que lhe acometia.


O marido a viu, ficou louco por ter sido descoberto.


Enquanto Amélia corria para o elevador ele se jogou do quarto andar do prédio.


Quando os policiais chegaram ao local, não conseguiram entender o que havia acontecido.
A mulher, ao lado do cadáver tinha um sorriso irônico, e também estava morta.
E Peter...Ninguém nunca mais o viu.

LadyM

3 comentários:

  1. Ladym, grande história ... Eu amo o twist no final ..

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  2. Belo texto...triste...
    Beijos saborosos

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  3. ÉÉÉÉÉ... O MARIDÃO... NÃO AGUENTOU E SALTOU... E SE FOI, A VIUVA LINDA E FACEIRA... RICARDÃO NA AREA...

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Sejam muito mal-intencionados! Beijos tântricos!